Com problema na marcação, Santos tem chance de provar teoria na prática

Por Terra em

O Santos tem 28 jogos em 2018, com 37 gols marcados, média de 1,3 por partida. E mesmo com o desempenho abaixo do esperado, o Peixe garante ser ofensivo quase que diariamente, em todas as entrevistas do técnico Jair Ventura e dos jogadores. E nesta quinta-feira, o alvinegro tem boa chance de colocar a teoria na prática.

A partir das 19h15 (de Brasília), na Vila Belmiro, o Santos, já classificado, enfrentará o Real Garcilaso-PER, na Vila Belmiro, pela última rodada da fase de grupos da Libertadores da América. Uma vitória simples faz o Peixe avançar às oitavas de final com a liderança do Grupo 6 e a chance de decidir em casa.

O Garcilaso não vence há seis jogos e, já eliminado, busca a vitória por vaga na Sul-Americano. Os peruanos têm 31 gols sofridos em 20 partidas na temporada. Fora do Peru e da altitude de 3.400 metros em Cusco, a equipe costuma sofrer.

Na oportunidade de fazer as pazes com o torcedor depois da derrota para o São Paulo e provar a vocação ofensiva, o alvinegro não terá um volante de origem no duelo decisivo. Alison e Guilherme Nunes estão no departamento médico. Yuri, utilizado no Campeonato Brasileiro e Copa do Brasil depois de se recuperar de fratura no pé direito, não foi inscrito na Libertadores.

Os desfalques obrigam o Santos a jogar para frente na Vila Belmiro. Renato e Jean Mota formarão o meio-campo ao lado de Diego Pituca ou Vitor Bueno. Todos eles têm características mais ofensivas do que defensivas. Nesse caso, a melhor defesa pode ser o ataque.

Como mandante na Libertadores, o Peixe venceu o Nacional-URU no Pacaembu e o Estudiantes-ARG na Vila. Fora, perdeu para o Garcilaso e venceu os argentinos. No geral em 2018, o alvinegro é um time diferente dentro e fora dos seus domínios. Em casa, sete vitórias, três empates e três derrotas. De visitante, cinco vitórias, dois empates e oito derrotas.

Gazeta Esportiva