'Franco chutador', Renato busca repetir gol da vitorioso do Santos no Equador após 13 anos

Por Terra em

'Franco chutador', Renato busca repetir gol da vitorioso do Santos no Equador após 13 anos

Camisa 8 fez o primeiro gol da vitória do Peixe sobre o Ídolo do Equador em 2004. De volta ao Monumental Isidro Romero Carbo nesta quarta-feira, ele promete arriscar de longe

13 set 2017 10h04

atualizado às 10h04

Enfrentar o Barcelona de Guayaquil no Estádio Monumental Isidro Romero Carbo - como acontece nesta quarta-feira, às 21h45, desta vez pelas quartas de final da Libertadores - traz boas lembranças ao Santos. Em 2004, quando visitou o Ídolo do Equador pela segunda vez, venceu por 3 a 1. Na ocasião, era só a primeira fase, mas valeu para um jogador do Peixe em especial.

Após 13 anos, o Alvinegro vai repetir um único nome na escalação, o de Renato. Nesse tempo, o volante passou pelo Sevilla, da Espanha, e pelo Botafogo, mas não esqueceu do gol de fora da área que abriu o placar ao Santos e, posteriormente, deu a vitória por 3 a 1.

- Lembrança boa. Ainda mais pela vitória. É o que sempre falo: procuro ajudar a equipe para vencer, independentemente de fazer gol - recordou durante o reconhecimento de gramado do Peixe. (Como se ele precisasse).

Na ocasião, o primeiro do marcador do Monumental Isidro Romero Carbo veio de fora da área e de perna esquerda, mas de onde Renato costumava arriscar.

Na campanha de 2004, o Santos parou justamente nas quartas de final. Mas se depender da previsão do experiente Renato, o Alvinegro deve ir mais longe na competição.

O camisa 8 ousou até comprar o atual time com o vice-campeão da Libertadores de 2003, que tinha Diego e Robinho.

- Hoje temos jogadores mais experientes. Aquele grupo era jovem, tinha sido campeão brasileiro. Mas vemos a mesma ambição. Futebol está mais dinâmico e mais corrido. Temos condição de chegar em outra final - aponta.

Assim como o futebol, as características de Renato também mudaram ao longo de 13 anos. O que parece não ter mudado em nada é a coragem de chutar de longe e a vontade de deixar sua marca em decisões.

- O Alison treina para chutar de longe também. Principalmente nas últimas semanas. Nós, do meio, temos que pegar o rebote. Estamos conseguindo fazer isso e o Levir dá toda a liberdade. Procuramos chutar e, se não chutar, não faz gol!